But you didn’t have to cut me off
Make out like it never happened and that we were nothing
And I don’t even need your love
But you treat me like a stranger and that feels so rough.
Rafaella Melo, 16 anos, Brasilia ''Não me prendo a nada que me defina! Sou companhia mas posso ser solidão... tranquilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. Música alta e silêncio! Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer. Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato... ou toca, ou não toca!" CLARICE LISPECTOR
(Source: poetizar-flores, via doces-e-castelos)
(Source: menino-retardado, via doces-e-castelos)
But you didn’t have to cut me off
Make out like it never happened and that we were nothing
And I don’t even need your love
But you treat me like a stranger and that feels so rough.
“Às vezes mudar é preciso, nem tudo vai ser
como você quer, mas a vida continua.
Pra qualquer escolha se segue alguma conseqüência.
Quem faz uma vez não faz duas necessariamente, mas
quem faz dez, com certeza faz onze.
Perdoar é nobre, esquecer é quase impossível.
Quem te merece não te faz chorar, quem gosta cuida.
O que está no passado tem motivos para não fazer parte do seu
presente, e não é preciso perder pra aprender a dar valor.
Aos poucos você percebe o que vale a pena, o que se deve guardar pro resto da vida,e o que nunca deveria ter entrado nela.
Não tem como esconder a verdade, nem tem como enterrar o passado.
O tempo sempre vai ser o melhor remédio, mas seus resultados nem sempre são imediatos.”
“O amor era o que mais doía, e de todas as tantas dores,
essa a única que jamais confessaria.”
Ontem chorei.
Por tudo que fomos.
Por tudo o que não conseguimos ser.
Por tudo que se perdeu.
Por termos nos perdido.
Pelo que queríamos que fosse e não foi.
Pela renúncia.
Por valores não dados.
Por erros cometidos.
Acertos não comemorados.
Palavras dissipadas.
Versos brancos.
Chorei pela guerra cotidiana.
Pelas tentativas de sobrevivência.
Pelos apelos de paz não atendidos.
Pelo amor derramado.
Pelo amor ofendido e aprisionado.
Pelo amor perdido.
Pelo respeito empoeirado em cima da estante.
Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda- roupa.
Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados.
Pela culpa.
Toda a culpa.
Minha. Sua.
Nossa culpa.
Por tudo que foi e voou.
E não volta mais.
Chorei…
(Source: c-a-n-a-r-i-o, via talvezaoentardecer)
Cecília Meireles, Motivo.
(Source: prafrentexetal, via seguindoestrelas)
(Source: etnarre, via talvezaoentardecer)
O peito estufa mas o ar não é o suficiente
E o motivo é a tua presença já não se faz presente.